Módulo II - ELB | PDF
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Módulo II - ELB

Документ представляет собой учебное пособие по 'Visão Celular', стратегии роста и умножения Царства Иисуса. Он охватывает основные принципы, такие как 'выигрывать', 'консолидировать', 'учить…

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georgevan.avem Jan 24, 2025
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Formando 
LÍDER
ÊXITO
Renê Terra Nova
Livro do
 ALUNO
 
Sumário
 
 
 
MÓDULO 2
Lição 1
Compreendendo a Visão Celular
Deus, porquanto é necessário que aquele que  se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” Hebreus 11 :6
Inspiração:
ESTABELECENDO  AS BASES DA VISÃO CELULAR NO MODELO DOS 12
 
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Ministério Internacional BetesdaSantana do Mundaú
INTRODUÇÃO
A Visão Celular é uma estratégia de crescimento e de multi-
plicação do Reino de Jesus na Terra (Is 9:7; 54:3; 55:5; 60:22). Nascida no coração de Deus, tem como objetivo fazer de cada membro do corpo de Cristo um discípulo líder, pois o IDE de Jesus não foi fei
-to apenas aos pastores e missionários, mas a “todos quantos O receberam, aqueles que creem no Seu nome”, os que agora são
chamados lhos de Deus (Jo 1:12).
A estratégia da Visão Celular atrai resultados quantitativos
e visíveis, enquanto, todos experimentam a unção e reconhecem
que só Deus dá tamanho crescimento. “De modo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus que dá o cresci-
mento”. (ICo 3:7)
1. O QUE É A VISÃO CELULAR?
“Ide, portanto, fazei discípulo de todas as nações, batizan
-
do-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. (Mt 28:19)
A visão celular é, em nossos dias, a GRANDE COMISSÃO funcionando de forma ampliada.
Como uma estratégia para a restauração de vidas, a Visão se estabelece por quatro princípios: ganhar, consolidar, discipular
e enviar.
1.1. Ganhar
Princípios caracterizado pelo EVANGELISMO pessoal, ma-
ciço e/ou congregacional. Em I Coríntios 9:16, Paulo declara: “Por
-que, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me
é imposta essa obrigação; e ai de
mim, se não anunciar o evange-lho!” Voluntariamente ou con-tra a sua vontade, Paulo não podia
 
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escapar à responsabilidade de pregar o Evangelho, pois a respon-
sabilidade de despenseiro (um trabalho de mordomo) lhe fora conada, e ele tinha ordens de pregar mesmo que jamais recebes
-se pagamento por isso. “Assim também vós, depois de haverdes
feito quanto vos ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque zemos apenas o que devíamos fazer.” (Lc17:10). (Princípios de Mordomia e Semear e Colher). Mordomo é aquele que cuida com zelo e amor do serviço
da Casa do Senhor, administra com sabedoria tudo o que lhe foi
conado; e a semente plantada no altar trará consigo uma colheita abundante das bênçãos do Senhor, que é el e bom.
1.2. Consolidador
Princípio caracterizado pela CONSERVAÇÃO do fruto conquista-
do, através da atenção e dedicação. Na consolidação, o novo converti
-
do ratica sua decisão pessoal por Cristo Jesus. O propósito da GRAN
-DE COMISSÃO é fazer discípulos que observarão os mandamentos de Cristo. O líder é exemplo de mordomia na Casa do Senhor, portanto muito cuidado com tudo o que você faz, muitos estão observando você.
1.3. Discipular
Princípio caracterizado pelo
ENSINO. Em II Timóteo 2:2, Paulo declara ao seu discípulo Timóteo:
“E o que de mim, entre muitas
testemunhas ouvistes, cona-o a homens eis, que sejam idôneos
para também ensinarem os ou-tros.” Só podemos ensinar outros quando o caráter de Cristo já esti-ver implantado em nós. A Visão Celular tem a responsabilidade de salvaguardar a verdadeira e original doutrina bíblica que se acha nas Escrituras
 
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e transmiti-la aos discípulos obedecendo aos princípios e Caráter, Autogoverno, Mordomia, individualidade, Semear e Colher, Sobe-rania e União. Todos esses princípios precisam fazer parte da vida do líder modelo, principalmente do mestre, pois do mestre, pois ele está em maior evidência.
Vejamos alguns propósitos do DISCIPULADO: Transmitir o Evangelho de Cristo a discípulos éis para que conheçam, guardem e ensinem a verdadeira fé bíblica (II Tm 3:14-15; 1:13-14; I Tm 4:6-11). Levar os discípulos a viverem em santidade de vida (I Pe 1:13-25).
Demonstrar ao discípulo a necessidade primordial de “ba-
talhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Temos que
preservá-la. Preparar o discípulo para fortalecer outros na célula e levá-
-los à maturidade espiritual, de modo que, juntos possam reetir
a imagem de Cristo no lar, na sociedade e no corpo de Cristo em
geral. (Ef 4:11-16). Conduzir o discípulo a uma compreensão e ex
-
periência mais profunda do Reino de Deus na Terra e seu conito contra o poder de Satanás (Ef 6: 10-18).
Aprofundar a experiência que o discípulo tem amor de Cristo, da comunhão pessoal com Ele, exortando-o a seguir a
orientação do Espírito Santo que habita nele; levá-lo ao batismo
no Espírito Santo, ensinando-o a orar, a jejuar e a adorar enquanto
aguarda a voltado Senhor Jesus (At 2:4 / Jo 17:3,21,26 /Rm 8:14 / Mt 6:9,16 / II Tm 4:8 / Tt 2:13).
Motivar o discípulo através das verdades eternas do Evan-
gelho, a dedicar-se sem reservas à evangelização dos perdidos e à pregação do Evangelho a todas as nações no poder do Espírito Santo (Mt 28:18-20/ Mc 16: 15-20).
Esses propósitos deixam claro que o autêntico discipulado enfatiza um viver santo. Conhecer a santidade, ser santo, proceder santamente e não apenas ter uma mera compreensão das ver-
dades ou fatos bíblicos são questões que envolvem a vida ou a
morte, exigem uma resposta e decisão pessoal, tanto do discipula-dor quanto do discípulo.
 
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1.4 Enviar
Princípio caracterizado
pelo IDE de Jesus (Mt 28:19). Quali
-
cado pelo discipulado, o discípulo
deverá estar pronto para reprodu-zir-se em outros, atendendo assim
o apelo do Mestre: “Então, disse aos seus discípulos: a seara é real
-mente grande, mas poucos são os
ceifeiros” (Mt 9:37). O enviado vai
semear os Princípios Bíblicos para colher vidas no Reino de Deus. ENVIAR falar de formar as equipes modelos até a 4ª Gera-
ção. Jesus nos admoesta a estarmos sempre conscientes de que os
perdidos têm uma alma eterna, de valor incalculável, e que terão que passar a eternidade no céu ou no inferno, e que muitos pode-rão ser salvos se alguém tão somente lhes anunciar o Evangelho.
Deus é poderoso e soberano para salvar as multidões, basta que tenhamos Seu caráter e disposição de cumprir Seu IDE.
2. PARA QUE AVISÃO CELULAR?
Assim como as células se multiplicam, a VISÃO CELULAR nasceu para que juntos, de forma ampliada, possamos multiplicar
discípulos para o Senhor JESUS não só em nossa nação, mas em todas as nações da terra. A palavra nação é a tradução do termo etnos e o seu sig
-
nicado está mais próximo da ideia de grupos étnicos do que de países. Um país é uma nação politicamente denida. Uma etnia é uma nação culturalmente denida. Ou seja, uma etnia é um povo
que tem a sua própria língua e a sua própria cultura. O alvo da
IGREJA CELULAR é trabalhar com as etnias. A ordem do Senhor é
para ir a “todas as etnias” e fazer discípulos. Na Visão Celular, o brasileiro não precisa, necessariamente, viajar ao exterior para trabalhar com uma etnia diferente da sua. Há no Brasil aproximadamente 250 etnias vivendo sob a bandeira verde e amarela. Há muitas tribos brasileiras que nunca ouviram, o Evangelho, e a Visão Celular tem dentro do seu método estratégico
 
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o ganhar, o consolidador, o discipulador e o enviar. A tarefa do IDE é a razão maior da permanência da Igre- ja neste mundo. E a igreja celular cumpre com responsabilidade esse propósito de Deus, que tem como objetivo a grande colheita
(multiplicação de discípulos). Na Visão Celular, o corpo de Cristo é
tratado como a Noiva que deve ser ornada para o encontro com o seu Noivo, e o tratamento da Igreja expande o Reino de com auto-ridade e muito êxito. A Visão Celular é uma estratégia de Deus e arrebanha mul-
tidões, porém a qualidade dessas multidões depende de cada um
de nós. Os nossos discípulos terão a qualidade que nós implantam,
os neles. Jesus delegou-nos a Sua autoridade para fazer discípulos. Portanto, a Visão Celular tem como base de sustentação a autori
-
dade de Cristo (Mt 7:29). Vejamos algumas das implicações do IDE para a igreja ce
-
lular:
a) Privilégio
Todos aqueles que foram justicados pelo sangue de Cris
-to têm o privilégio de anunciar o Evangelho. Privilégio esse que foi
negado até mesmo aos anjos (I Pe 1:12) “Não fostes vós que me escolheste a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros, e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça; a m de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo conceda”. (Jo 15:16)
b) Responsabilidade
Não basta só ganhar vidas, é preciso apascentá-las. Na Vi-são, cada líder deve viver na dependência do Senhor para que o pastoreio de suas ovelhas seja de exce-
lência. (Jo 21: 15-17)
c) Obediência
O cumprimento do ganhar, consolidar, discipular, enviar e
principalmente, manter o fruto começa por nós, discipuladores.
Embora nosso exemplo seja fundamental é necessário, como líde-
 
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res que somos, a decisão de obedecer aos princípios e propósitos
de Deus é individual. Se a decisão for em direção à obediência, cer
-
tamente cumpriremos a chamada de Deus. (I Sm 15:22/ Hb 13:17).
2.1. Visão Celular Atravessa Três Tipos De Fronteiras
a) Geográcas
O discípulo, para testicar de Jesus, precisa deixar seu lugar de conforto, partir e atravessar fronteiras; precisa deixar o
conforto do seu lar e atravessar a rua par5a evangelizar o seu vizi-
nho desconhecido; necessita deixar o conforto da sua classe social para evangelizar outras classes; deve atravessar as fronteiras do seu bairro, do seu município, do seu Estado, do seu país; pode
até cruzar as fronteiras do seu país e viajar para lugares onde o Evangelho não está sendo pregado. A Visão Celular nasceu no co-
ração de Deus para cumprir exatamente esse propósito: expandir o evangelho em todas as nações da Terra.
b) Linguísticas
O cristão, na Visão Celular, precisa, também, ultrapassar as fronteiras linguísticas. No Pentecoste, temos uma amostra de que
o Evangelho seria anunciado na língua de cada povo (At 2:8). O plano de Deus é que todos os povos ouçam o Evangelho em sua própria língua. Pregar o Evangelho em outras línguas é um desao
que cada um precisa ultrapassar. Aprender uma língua é tare-fa difícil, mas necessária e possível. Mas, o fato de ainda não ter aprendido um novo idioma não nos impedirá de conquistar, pois
podemos lançar mão de outros recursos (intérpretes) para a tarefa
de evangelizar.
c) Culturais
Talvez essa seja a fronteira mais difícil de atravessar. A cul-tura de um povo é assimilada no decorrer da sua história e passar
de geração a geração, determinando o modo de agir e de pensar
desse povo. Então, podemos conceituar cultura como sendo um conjunto de comportamentos e ideias característicos de um povo. Portanto, para que haja uma verdadeira compreensão do Evan-gelho, necessário se faz que o que proclama aprenda a cultura do povo que está sendo evangelizado. O Evangelho, em sua essência,
 
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é perfeito e imutável, quanto à sua apresentação, deve ser adapta
-do. A embalagem muda, mas o medicamento é o mesmo. A Visão Celular é transcultural. E os seus discípulos têm que ser transcultu-
rais. Ele não deixa a sua pátria para abrasileirar os seus ouvintes;
antes o alvo é evangelizar e discipular dentro do contexto cultural que irá trabalhar.
3. COMO FAZER FUNCIONARA VISÃO CELULAR
Para que a Visão Celular funcione, faz-se necessário mais que o cumprimento dos passos de ganhar, consolidar, discipular e enviar. É preciso entender os Princípios Bíblicos de Individualidade, União, Soberania e Mordomia. Sabemos que, no corpo de Cristo, a Igreja, haja diversidade de dons. Isso nos remete ao Princípio Bíblico de Individualidade.
Quando a Igreja se move pela Visão Celular, esse Princípio
não deve ser ignorado. Embora os discípulos sejam preparados para serem líderes, seus dons espirituais não devem ser ignora-
dos, sim, somados à sua liderança. Só assim, teremos líderes que darão resultados ministeriais nas suas diversas vertentes: apósto
-los, profetas, evangelistas, pastores e mestres. Esse Princípio não pode ser ignorado, sob pena de sermos visitados pelos espíritos
malignos de pora, inveja, ciúme e discórdia.
Além da diversidade de dons existentes na Igreja, podemos
observar que há três tipos de pessoas na Visão:
- As que sabem o que está acontecendo. - As que observam o que está acontecendo.
- As que fazem com que as coisas aconteçam.
Para que a visão funcione com pleno êxito, esses três ti-pos de pessoas devem ser envolvidas. “E o olho não pode dizer à
mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés:
Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que
parecem ser os mais fracos são necessários.” (I Co 12:21-22). Ob
-serva-se, assim, o Princípio bíblico de União, através da unidade do
 
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Corpo de Cristo.
Deus, em Sua soberania, deu-nos ordem: IDE por todas as etnias, pregai o Evangelho e fazei discípulos; e a Visão Celular nos ajudará como ferramenta ecaz para, como bons mordomos, cum
-primento \sua vontade.
No decorrer das lições contidas neste módulo, veremos
mais detalhadamente, cada etapa da Visão e suas nuances
CONCLUSÃO
Ganhar... Consolidar... Discipular... Enviar. Esses princípios constituem A Visão Celular e declaram o
alvo, a responsabilidade, bem como denem a tarefa missionária
da Igreja no mover celular.
 
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EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
1. O que é a Visão Celular?
2. Quais são os quatro princípios da Visão Celular?3. Quais as implicações do IDE para Igreja Celular?4. Quais os tipos de fronteiras que atravessa a Visão Celular?
 
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5. Para que a Visão Celular?
6. Complete:a) GANHAR, princípio caracterizado pelo
,
e/ou b) CONSOLIDAR, princípio caracterizado pela
, e
c) DISCIPULAR, princípio caracterizado pelo d) ENVIAR, princípio que se caracteriza pelo de  Jesus.
7. Cite alguns propósitos do DISCIPULADO.
 
MÓDULO 2
Lição 2
Entendendo a Importância do Ganhar
“O que ganha almas é sábio”.Provérbios 11 :30
Inspiração:
ESTABELECENDO  AS BASES DA VISÃO CELULAR NO MODELO DOS 12

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